Documentário: Heavy Metal, mais barulhento que a vida

30 de novembro de 2011
Esse é o tipo de documentário que todo metaleiro/ headbanger deveria ver! Até mesmo quem não gosta deveria ver, porque o metal, se transformou mais do quem estilo musical, e sim uma cultura, um estilo de vida. E para entender melhor do assunto, nada melhor do que ver os grandes nomes do Metal dando seus depoimentos. Enfim, chega de blá blá blá e assistam.

Sinopse (por Thiago Cardim):
Produzido por Jim Parsons (do programa especializado em metal "Headbanger's Ball", da MTV norte-americana) e dirigido por Dick Carruthers (cineasta responsável por DVDs de bandas como Led Zeppelin, White Stripes e Aerosmith) o documentário mescla cenas de clipes de diversas eras - sempre é divertido relembrar como o Rob Halford era quando ainda tinha cabelo - a uma série de entrevistas com membros (e ex-membros) de bandas variadas como Black Sabbath, Deep Purple, Kiss, Thin Lizzy, Rainbow, Dio, Scorpions, Judas Priest, Whitesnake, Motörhead, Metallica, Anthrax, Testament, Overkill, LA Guns, Ratt (Stephen Pearcy), Napalm Death, Korn, Static X, God Forbid e até as meninas do Kittie e do The Donnas.

Também prestam depoimento alguns produtores (como Kevin Shirley, a onipresente figura responsável pelas bolachas do Maiden), jornalistas (Metal Hammer, Kerrang), pessoal das gravadoras especializadas (Roadrunner, Megaforce, Century Media) e até um psicólogo, veja você. Além de Snider, é claro, o dono das frases mais divertidas e memoráveis. Talvez cause alguma polêmica ainda a última meia-hora da película, que trata justamente do cabeludo e espinhoso assunto do surgimento do "new metal" e o fato de centrar forças apenas na cena americana.

Vou disponibilizar o documentário em partes que eu achei graças o Santo Youtube! 
Bom, ficou um pouquinho grande, mas não deixem que isso desanime você de ver!

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8

Parte 9

Parte 10

Parte 11

Parte 12



O Guns N´Roses AINDA não acabou

29 de novembro de 2011


Desde sua aparição no Rock in Rio desse ano, uma grande polêmica se estabeleceu entre sites, blogs e fãs de rock. Todo mundo querendo dar sua “opinião” de como o Guns N´Roses chegou ao seu fim. Eu como mais uma fã de Guns, não poderia deixar de defender meu ponto de vista também.
Eu conheci o Guns N´Roses, em 2001, em sua participação no Rock in Rio. Aos 11 anos, vendo a transmissão do Rock in Rio pela Globo, descobri com o Guns N´Roses, o quanto o Rock era um estilo musical fantástico.
Hoje em dia, muita gente me diz que em 2001, Axl Rose estava em sua pior fase. Mas e daí? Para mim aquele show apoteótico do Guns N´Roses, e sua formação esquisita me fez apaixonar de cara pela “banda mais perigosa do mundo”. Pirotecnia, a poeira levantando pelo público e enfim, era Guns N´Roses.
Com o tempo, fui adquirindo conhecimento pelo Guns, conheci o Appetite for Destruction, e sua formação clássica. E hoje posso dizer que sou muito fã de Guns N´Roses. Foi a minha primeira banda, e a mais intensa.
O que eu não entendo é o quanto essa formação atual atinge a percepção das pessoas. Entendo que muita gente vê o Guns N´Roses como: Axl, Slash, Duff, Izzy e Steven. O que as pessoas esquecem é que praticamente todas as bandas mudam de formação, o Iron Maiden deixou de ser Iron Maiden quando o Bruce Dickinson saiu?! O Black Sabbath deixou de ser Black Sabbath com a saída do Ozzy? O Deep Purple é foda, e já teve 14 membros diferentes.
Com o Guns N´Roses, não seria diferente. Podemos dizer que a sua atual formação nada se compara à formação clássica, mas não é um motivo para dizer que a banda acabou. O Chinese Democracy não é seu melhor álbum, mas é melhor do que alguns que foram feitos nos anos de ouro da banda.
Admiro a atitude do Axl de manter a banda, e não deixar o espírito “gunner” morrer, quando todos os outros ex-integrantes iniciaram novos projetos. A polêmica sempre esteve presente na trajetória do Guns e na história de Axl Rose, então não seria diferente dessa vez.
Dizem que o Guns N´Roses virou uma banda cover de si mesma, mas quem diz isso, esquece que os nomes dos novo integrantes também estarão escritos na biografia da banda. Eu prefiro a formação original, mas não desprezo a atual. Eu estive no Rock in Rio, e vi e fiz parte do quanto o Guns ainda tem o poder de fazer milhares de pessoas passarem horas em pé na chuva e no frio para assistir a banda de perto.
De casa, as pessoas que assistiam pela tv, podem ter achado um show frio, mas quem estava lá sabe o quanto a plateia foi ao delírio, mesmo com os erros, a banda conseguiu engatar os clássicos da banda, e fazer o publico pular em cada refrão.
Pouca gente para pra entender a história do Guns, ouvem “Welcome to the jungle” do Appetite for Destruction, e depois escutam “Better” do Chinese Democracy e metem o pau. Bandas mudam, amadurecem, saem integrantes e entram novos e tem seus altos e baixos.
Mesmo com o mundo inteiro dizendo que o Guns acabou, ela continua sendo uma das bandas mais influentes da atualidade, um exemplo disso, o Chinese Democracy foi um dos vinis mais vendidos do ano de 2011. O Chinese Democracy reflete a atualidade do Guns, a personalidade “incompreendida” de Axl Rose.
O que os “críticos” não entenderam foi que integrantes passam, mas os clássicos permanecem.
Quem é fã de Guns, continua sendo fã, sem Slash, Duff, Izzy e Steven.

A declaração de Edu Falaschi

8 de novembro de 2011
Um amigo me mandou um link de um vídeo em que o  Edu Falaschi (para os desavisados, vocalista do Almah e Angra) declara a morte do metal brasileiro. Edu soltou o verbo nesta entrevista feita após o show do Almah no show celebrando o Dia do Metal Nacional, que ocorreu dia 6 de Novembro, com as bandas Shaman, Hibria, Hangar, Almah e outras.
As críticas de Edu se direcionam ao público brasileiro por não apoiar as bandas brasileiras.
Confiram o vídeo!

Fear of the Dark: a guerra fria entre Bruce e Steve

26 de outubro de 2011

Depois de um tempo largado às moscas, volto a atualizar o blog! E para essa volta, vou postar um artigo do meu amigo, Júlio. Os fãs de Iron Maiden, com certeza vão ler até o fim!


As brigas dentro do cenário musical sempre aconteceram seja por dinheiro, mulheres, falta de confiança ou simplesmente disputa de ego. Neste artigo, comento em especial a grande batalha nos bastidores que ocorreu durante a saída de Bruce Dickinson do Iron Maiden, onde diferentemente de outras brigas como a de John Lennon e Paul McCartney, Ozzy Osbourne e Tony Iommi, Axl Rose e Slash, ocorreu uma ‘guerra fria’, longe dos holofotes, com mensagens subentendidas em letras de música, e a distância completa da mídia, que só veio a desvendar tantas divergências, anos após a quebra do pacto entre Bruce e Steve Harris.
Acredito que tudo começou durante a ‘World Slavery Tour’ de 1985, onde a banda fazia cerca de 4 a 5 apresentações por semana, com um repertório de aproximadamente 18 músicas. Para quem gosta de tocar, e para quem sempre sonhou com o sucesso, tudo isso é muito perfeito. Mas com uma freqüência dessas, o desgaste acaba aparecendo, e obviamente o vocalista e o baterista saem mais prejudicados. Foi exatamente isto que aconteceu com o Bruce. Como ele sempre declarou, tinha noites que ele não sabia mais aonde ele estava, e tinha medo de ficar sem voz. O sucesso dessa turnê foi tão grandioso, passando inclusive pela primeira edição do Rock In Rio, que a banda se tornou referência mundial no mundo metal, embarcando sem folga para os trabalhos do Somewhere In Time e em seguida ao ápice, com o conceitual Seventh son of a Seventh Son.
Para mim o sucesso destes últimos três álbuns foi tão grande, que a banda chegou em um ápice em que não havia mais pra onde crescer, justificando assim a mudança de palco, roupa e sonoridade no No Prayer for Dying, este, sem o guitarrista Adrian Smith, que não agüentava mais ficar longe da família e de sua pescaria.
Pois bem, vamos ao que interessa.   A GRANDE GUERRA
Harris, fundador da banda e líder inquestionável, possuía projetos e metas para o Iron Maiden até o final da década de 80. Bruce tinha a ambição de mostrar variados tipos de timbres e estilos, além de sua ‘habilidade’ em compor. Mas se deparou com a simples questão de que a banda era maior do que ele, e como esta era liderada e guiada pelo baixista e fundador, acabou alardeando uma batalha cruel, onde preferiu informar com antecedência que sairia para tentar novos rumos em sua carreira. Acredito que esta estratégia teve a intenção de talvez fazer com que Harris voltasse atrás sobre a tendência musical da banda, mas como o baixista sempre foi metódico e decidido, optou em simplesmente deixar a coisa acontecer.
"Eu nunca esperei que Bruce fosse entrar no palco, na Real Live Tour e executar performances demonstrando toda sua paixão, pois afinal de contas ele estava deixando a banda. Seria compreensível se ele tivesse sido uma merda durante toda turnê, mas não. Se o show era em algum lugar como Paris, ele ia muito bem, pois lá é um grande centro e toda imprensa marca presença. Mas se o show era em um lugar de menor expressão, como Montpellier(FRA) ou Nice (FRA), ele era horrível e mal cantava. Uma certa noite eu fui ate o cara da mesa de som, e pedi para ele aumentar os vocais, pois eu não estava escutando nada, e o cara me mostrou os botões no máximo volume, e pude ver que Bruce não estava cantando, e sim resmungando. Foi aí que começamos a ficar com raiva dele, pois prometeu que ia dar tudo de si, e estava arruinando a turnê."
(Steve Harris)

"Eu não iria colocar uma máscara de cara feliz. Provavelmente eu fui ingênuo em ter me colocado naquela situação, mas eu estava tentando. Eu tentei o melhor de mim, mas eu vi que não dava para ser a mesma coisa. Em algumas noites, por mais que eu tentasse, realmente não dava. Um concerto de rock deveria ser uma celebração e não um velório".
(Bruce Dickinson)

O que se sabe é que essa atitude de Bruce ficou clara a cada show. Quem assistiu ao vídeo de despedida dele da banda, o lendário ‘Raising Hell’, percebeu claramente a sua falta de interesse, e a percepção dos outros integrantes da banda de que ali existia má vontade.
"Uma vez meu pai me disse, que se um dia alguém cagar no nome McBrain, esta pessoa fará isso uma única vez. Bruce, basicamente disse 'fodam-se eu estou fora'. Se isto não é cagar em nossa cabeça, então o que é?"
(Nicko McBrain)

A situação estava ficando cada vez mais sem volta. Os verdadeiros ‘maidenmaníacos’ não sabiam mais o que pensar, e tudo realmente pareceu ter fim após a bombástica e irônica declaração de Bruce:
"Eu não acho que a banda irá acabar só porque eu estou saindo, e acho que o MAIDEN irá se tornar ainda mais o bebê de Steve"
Steve respondeu:
"Se ele não quer ficar porque não consegue mais dar 100% de si, tudo bem, então vá embora. Ele só esta fazendo esses shows porque já estavam marcados. Na verdade, se ele voltasse atrás agora, e dissesse que não quer mais sair, nós não o aceitaríamos de volta. Particularmente acho que ele está cometendo um grande erro, pois poderia fazer sua carreira solo e continuar no MAIDEN."
Nesta época Steve Harris ganhou uma carta de um fan dizendo: ‘IRON MAIDEN R.I.P’
Steve respondeu:
"Este cara acha que o Bruce é a banda? Pois nós estávamos juntos havia muitos anos quando ele entrou, então porque não continuaríamos sem ele? Se você acha que devemos parar, então vá se foder"
Como bons ingleses, as trocas de declarações pararam poraí, pois ambos sabiam da importância de cada um na carreira e na vida do outro. Resolveram seguir adiante. Bruce Dickinson em sua nova jornada deixou algumas mensagens subliminares de quando esteve na donzela, mas o que mais me interessa, e nunca vi nada publicado a respeito, são as mensagens subliminares encontradas nas músicas do álbum Fear of the dark, que foi escrito já com a informação e rumores da saída do Bruce, onde o Harris deixa claro seu temor e sua falta de perspectiva, tendo sido assim, na minha opinião, fator relevante para a volta do vocalista posteriormente, pois, arrancar lamentos e reflexões do velho Harris, não é pra qualquer um.
Enfim, as mensagens subentendidas do álbum Fear of the Dark:

The Apparition – Steve Harris
“Agora estou aqui, você pode me ver? Porque estou por conta própria. Nunca vire as costas a um amigo, pois você pode contar seus amigos em uma mão... em toda a vida”
Este trecho dispensa comentários.
“Existem aqueles que te iludem. Existem aqueles que te levarão para baixo. Existe alguém lá fora que morreria por você. E não duvide disto. Não importa o que seus "amigos" digam. Nós nos veremos novamente em algum lugar de alguma forma, um dia”
É quase que óbvio o alerta que o baixista deixa ao Bruce no sentido de acreditar em promessas e propostas de empresários em sua carreira solo. Ainda o adverte que mesmo com intrigas ou comentários, um dia eles se reencontrarão. Seria Steve Harris um Profeta?

Fear of the dark – Steve Harris
“Eu sou um homem que anda só. Quando as luzes começam a mudar, eu algumas vezes me sinto um pouco estranho, um pouco ansioso quando está escuro.”
Steve relata sua ânsia e seu medo com o término dos holofotes voltados ao Maiden, já que com a saída de Bruce, eles não conseguiam imaginar um substituto a altura para a banda.

Afraid To Shoot Strangers – Steve Harris
“Tentando visualizar os horrores que virão lá na frente. O monte de areia do deserto, um cemitério. Deus deixe-nos ir agora e terminar o que tem de ser feito.Venha o vosso reino seja feita a vossa vontade... na terra. Com medo de atirar em estranhos”
Steve Harris mostra o medo que o afligia sem o ‘frontman’ da banda, e como numa prece, pede a Deus forças pra seguir adiante.

Be Quick Or Be Dead – Bruce Dickinson
“A serpente está suplicando dentro de seu ouvido. Ele diz que você deve votar pelo que deseja ouvir. Não importa que esteja ruim desde que você esteja bem. Então torne-se um estúpido e assuma sua própria cegueira”
Bruce supostamente relata neste trecho a ‘tentação’ de encarar os fatos e se libertar da banda, mesmo que isso seja considerado estupidez.

Fear Is The Key – Bruce Dickinson
“Eu me lembro do tempo em que usávamos e abusávamos. E lutávamos nossas batalhas em vão. Eu me lembro do tempo em que pensávamos que a paixão era livre. No coração da noite... corpos em chamas. Agora vivemos num mundo de incerteza. Medo é a chave  para o que você quer ser. Você não tem voz, a maioria faz do seu modo”
Este trecho não é necessário comentar a nostalgia encarnada no vocalista e a falta de poder nas decisões da banda.

From Here To Eternity – Steve Harris
“Mas como todos os sonhos que caminham para um fim. Eles levaram um tombo na curva do demônio. A besta e Charlotte eram ambos da mesma laia. O inferno não é um lugar ruim. O inferno é daqui para a eternidade”
Steve se refere ao fim de um sonho e ao ‘inferno’ que estaria por vir para a banda.

Childhood's End – Steve Harris
“A disputa pelo poder. Um tirano tenta novamente. O que diabos está havendo? Quando isto irá acabar?”
O baixista claramente menciona a disputa que Bruce arrastava com ele sobre a liderança da banda. 

 Créditos autorais : Júlio Cabral

Para quem chegou até aqui e gostou, em breve haverá a continuação com a volta de Bruce Dickinson ao Iron Maiden.

Um breve resumo de Punk Rock!

8 de outubro de 2011
O punk rock foi uma reação dos jovens ingleses contra uma série de acontecimentos da época, e indicou uma volta às raízes do rock’n roll: poucos acordes, melodia fácil e uma energia e peso nas guitarras jamais ouvidos na história do rock. A juventude inglesa de época (anos 60) precisava de uma nova expressão musical. O heavy metal se tornara um estilo fastidioso, e muitas bandas, como o Kiss, “traíam” seus fãs gravando até disco music. Tudo era cada vez mais distante da realidade da juventude.

A reação dos jovens ingleses foi voltar às raízes do rock, tanto na música como nos trajes: o bom e velho blue jeans surrado, as jaquetas de couro, as botas Doc Martens (no Brasil, coturnos) e, para enfeitar, alfinetes, bótons e cabelos descoloridos ou com muitas cores. A música não podia ter mais do que três minutos ee tudo deveria ser muito rápido e urgente. As letras, se falassem mal da rainha e de toda monarquia inglesa, eram ainda melhores.
O desemprego corria solto pelo Reino Unido e as bandas vinham do subúrbio. Eram todos de classe operária, sem grana para comprar roupas de grandes grifes.

Muitos cosideram os Sex Pistols a primeira banda de Punk Rock. Cheios de percalços, seu compacto God Save The Queen foi proibido de tocar na BBC. Apesar disso, The Clash pode ser considerado como os verdadeiros punks britânicos. A musicalidade, as ideologias e a atitude do grupo marcaram uma carreira repleta de discos históricos.
Na América, a primeira banda Punk foi os Ramones, grupo formado em Nova York em 1974. A cada disco a fórmula se repetia, e esse era o grande segredo da banda: simplicidade, com músicas boas e facilmente assimiláveis. Até hoje, os ramones são uma grande influência para toda uma nova geração de bandas.
HARDCORE PUNK: uma forma acelerada de tocar punk, vocais roucos e grunhidos, e uma sonoridade crua, que parecia ter sido gravada em um porão qualquer.

Punk Paulista

As primeiras bandas a aparecer foram AI-5, Restos de Nada, Inocentes, Cólera, M-19, Fogo Cruzado, Lixomania, Condutores de Cadáver e Olho Seco. O primeiro registro de disco dessas bandas foi a coletânea Grito Suburbano (1982), pelo selo Punk Rock Discos.
O punk paulista também revelou duas grandes bandas: Ratos do Porão e Garotos Podres.

Punk Pop e Punk Revival

O punk pop foi mais uma alternativa depois do grunge e aconteceu a partir de 1994, apesar de muitas bandas do estilo já surgirem desde o início dos anos 90. As principais bandas desse gênero são Green Day, Rancid, Offspring, Bad Religion, The Donnas, Blink-182, Pennywise e NOFX. 

Para os beatlemaníacos por aí!

28 de julho de 2011

Sei que tem gente por aí que diz que Beatles não é rock e blá blá blá...
Mas para mim, eles foram os percussores do fanatismo do Rock N Roll. Além de ter letras fantásticas, e ser a banda mais famosa do mundo!
Beatles faz parte da minha história, minha vó era daquelas garotas que choravam pelo Paul, John, Ringo e George, passou isso pra minha mãe, e hoje admiro os rapazes de Liverpool. E acreditem se quiser, minha vó ainda tem vinis lacrados dos Beatles.
Deixando minha vida de lado, venho dar um aviso, se não gosta de Beatles, nem prossiga lendo o post, pois hoje esse post é dedicado aos beatlemaniacos de plantão.
Nas minhas andanças por essa internet, me deparei com várias animações, de todos os estilos e jeitos sobre os cinco rapazes de Liverpool e resolvi mostrar algumas para vocês!
Então, let´s go!

1- The Beatles : Rock Band Animated Trailer
Esse é o meu preferido! Mostra toda a tragetória da banda, além de ter uma edição linda!



2- The Beatles - Come Together






3 -"Blackbird" (The Beatles) Animation for the "Ticket to Ride Musical"  


Tribute/Theater show




4-The Beatles Animation



5-The Beatles: Rock Band Commercial Spot

Álbuns que mudaram o Rock: The dark side of the moon

23 de julho de 2011


E aí galera,como vão?!
Aproveitando as férias, e a criatividade fluindo, resolvi começar um novo quadro no blog.
E, é, ele vai ser chamar: Álbuns que mudaram o Rock. O título é auto-explicativo, nesse quadro vou contar para vocês alguns fatos e a história de álbuns que mudaram a história do rock e influenciaram artistas e pessoas no mundo inteiro.
Vou começar por um álbum que é muito especial pra mim, que é o The dark side of the moon, do Pink Floyd.
A alguns anos atras, ganhei de presente uma cópia em vinil do meu namorado, e tenho de admitir, de todos meus cds e lps, esse álbum é o que eu mais tenho ciúmes.

Aqui algumas fotinhas do meu vinil
Adicionar legenda





Se você é fã de Rock, e realmente gosta de Pink Floyd, você vai ler esse texto até o fim. E se você nunca ouviu falar de The dark side of the moon, tá aí um grande motivo para ler isso e sair correndo atrás desse álbum!
The Dark Side of the Moon foi lançado em 1973. Ele é um álbum conceitual, isso quer dizer que  todas as músicas contribuem para o mesmo efeito final ou para uma história única (colinha do wikipédia). O album fala sobre as pressões da vida, como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte.
É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música eletrônica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.


The Dark Side of the Moon é o terceiro álbum mais vendido de todos os tempos no mundo inteiro. Atingiu o primeiro lugar no Billboard 200 e também no Billboard Pop Catalog Chart, tendo o híbrido SACD editado em 2003 atingido o mesmo feito. Ele também está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame, em segundo lugar, perdendo apenas para Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, e na frente de Thriller,   do finado Michael Jackson e IV, do Led Zeppelin.
Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum. 
Um feito pra colocar inveja em muito artista por aí.




A história por trás do álbum
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo (na música Time).
Durante as gravações a banda desenvolveu novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour harmonizar consigo próprio impecavelmente), vozes dobradas e efeitos inéditos para aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as faixas. O Pink Floyd entrevistou várias pessoas, perguntando-lhes coisas relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a morte.
 A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" (Não há o lado escuro da lua realmente ... Na verdade é tudo escuro) é do porteiro do estúdio Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas.
Dark Side of the Moon é o álbum que ficou por mais tempo na Billboard 200, tendo permanecido 741 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no total. pouco mais de 14 anos. O álbum chegou a Nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002, 30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000 cópias.


Um fato muito interessante...
The Dark side of the moon, possui um fato mais que interessante, ele possui uma relação com o filme O mágico de OZ, lançado em 1939. Quando o álbum é tocado simultaneamente com o filme ocorrem algumas correspondências entre o filme e o álbum.Alguns momentos que indicam isso são:

  • Quando Dorothy está na fazenda e ela olha para o alto, no audio surge barulho de avião.
  • O som da caixa registradora no princípio de “Money” (dinheiro) aparece exatamente quando Dorothy pisa pela primeira vez a estrada dos tijolos amarelos; que é também o momento em que o filme passa de preto e branco para cores. Outra referência é a aparição da fada dourada;
  • No momento em que a bruxa do Oeste aparece, é tocada a palavra "black" (preto);
  • A cena em que Dorothy encontra o espantalho (personagem que alegava não ter cérebro) é acompanhada pela música "Brain Damage" (dano cerebral), e quando a letra da música começa a tocar: "the lunatic is in my head…" (o lunático está na minha cabeça), o espantalho inicia a dançar freneticamente como um lunático;
  • O bater de coração no fim do álbum ocorre quando Dorothy tenta ouvir o coração do homem de lata;
  • No momento em que a bruxa do oeste lança uma bola de fogo contra Dorothy e seus companheiros, a música grita "run!" (corra);
  • No momento que Dorothy encontra Oz, entra a música "Us and Them", soando Us como Oz bem quando aparece a 1a imagem de Oz;
  • Várias frases das letras contidas nas músicas coincidem com os mesmos atos sendo executados pelos atores no mesmo momento;
  • A duração da maioria das músicas coincide precisamente com a duração das cenas no filme


A banda insiste que isso são puras coincidências. Quando este fato começou a vir a público em 1997, despoletou um enorme interesse neste fenómeno. Uma pequena comunidade espalhou-se à volta de vários 'sites' para explorar melhor esta ideia. Quer as correspondências sejam verdadeiras ou imaginadas, alguns fãs do álbum gostam de ver "Dark side of the rainbow", como é chamada muitas vezes esta combinação. A sincronização é conseguida fazendo pausa (de preferência a versão em CD) mesmo no principio e parando a pausa quando o leão da MGM ruge pela terceira vez.
Os membros dos Pink Floyd desmentem qualquer relação entre o álbum e o filme num MTV especial sobre o grupo em 2002. Eles afirmam que não poderia esta relação ser planeada por não poderem reproduzir o filme no estúdio, visto na altura não existirem ainda os videogravadores.

É isso aí galera, espero que tenham gostado, que vem muito mais por aí!
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