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Mulheres do Rock: Lita Ford

17 de julho de 2013


Se você viu o filme "The Runaways" você sabe uma parte da história dessa mulher que além de ser super talentosa é uma das mulheres mais bonitas do Rock N´Roll, com um cabelo de fazer inveja em muita loira por ai!
 Lita Ford nasceu em 18 de  19 de setembro de 1958 em Londres. Quando ainda era criança se mudou com seus pais para os Estados Unidos. Começou a tocar guitarra aos 11 anos, graças a um show do Black Sabbath que a deixou muitíssimo impressionada. Considerada uma menina precoce, com 13 anos já preparava suas próprias canções e pretendia formar sua própria banda.Assim sendo, começou a trabalhar em um hospital para conseguir comprar sua guitarra.
Capa do álbum Out for Blood
Aos 16 anos foi convidada por Kim Fowley para integrar a banda The Ruanaways, que viria a ser uma das bandas mais famosas de Hard Rock formada apenas por mulheres.
Após o fim da banda, Lita partiu para uma grande carreira solo.
Seu primeiro álbum chamou-se “Out for Blood”, e não chamou muita atenção. A maioria das pessoas dizia que a melhor coisa do disco estava na capa: uma foto altamente sensual de Lita. Para não dizer que tudo estava perdido, a faixa “Rock and Roll Made Me What I Am Today” era bem legal .
Nesta época, ela já assumia seu relacionamento com Nikky Sixx do Motley Crue. Eles ficaram um bom tempo juntos, numa fase dificil, onde tiveram muitos problemas, já que estavam sempre drogados e metidos em confusão. Lita chegou a pagar fiança para livrar Nikki da cadeia.
Com “Dancin on the Edge” ela se redimiu e fez um dos melhores discos de hard dos anos 80. Este álbum trazia Randy Castillo e Hugh Mcdonald (atual Bon Jovi).
Lita quando ainda fazia parte da banda The Runaways
O terceiro álbum batizado de “Lita Ford” apenas, trazia um dueto com Ozzy Osbourne em “Close my eyes forever”, quando Sharon Osbourne era empresária de Lita. Nesta época suspeitava-se de um envolvimento entre ela e Tony Iommi, ex parceiro de Ozzy no Black Sabbath. Diziam as más línguas que David Lee Roth do Van Halen também corria por fora, na disputa pelo coração da Loira.
Contrariando as previsões, em 89 ela casou-se com Chris Holmes do WASP. Tempos depois eles se separaram por causa do alcoolismo de Chris.

“Stiletto”, lançado em 1990 foi o quarto álbum. Neste disco Lita mostrava um amadurecimento em todos os sentidos. Apesar do som estar mais suave, faixas como “Aces & Eights” mostravam que ela progredia a olhos vistos. Aqui encontramos também “Lisa”, uma canção em homenagem a sua mãe falecida.
Após uma breve tour americana, ela entrou em estúdio novamente e lançou “Dangerous Curves” em 1991, bem mais pesado que “Stiletto”. “Hellbound Train” e “ Black Window” são as grandes canções do disco que foi o último bom momento da carreira de Lita Ford.
Nos anos seguintes, a gravadora lançou duas coletâneas, demonstrando que não tinha interesse em um novo álbum de Lita. Em 1994 ela lançou “Black” por um selo independente chamado Zyx. O disco teve participações de Dave King (Fastway) e Jeff Scott Soto, mas isso não foi suficiente para torná-lo um sucesso.
Apesar de não estar atualmente ativa no cenário musical, Lita continua sendo influência para muitas bandas e dificilmente perderá seu título de "Deusa do Hard Rock".


Lita Ford atualmente - foto de 2012.

Além de escutar, leia! - Dicas de livros pra quem curte Rock

16 de julho de 2013

 Ler sempre é uma boa escolha. Atualmente com a internet ler se tornou mais barato e acessível para todos. Existe uma infinidade de e-books, pagos ou gratuitos. Eu particularmente, sou leitora assídua, gosto de ler os mais diversos tipos de livros, mas um dos meus preferidos gêneros são biografias de bandas ou cantores que gosto de ouvir, então resolvi fazer uma lista com livros pra quem gosta do bom Rock N´Roll.

Heavy Metal: A História Completa (Ian Christe)Lançado inicialmente em 2003, com o título Sound of the Beast: The Complete Headbanging History of Heavy Metal, o livro que é vendido no Brasil com o nome “Heavy Metal: A história completa” mostra um apanhado interessante sobre o estilo mais pesado, controverso e apaixonante do rock. Escrito pelo jornalista suíço Ian Christie, a obra possui quase 500 páginas e, apresenta um guia histórico interessante, sobretudo para quem está iniciando como apreciador do Metal.
Já li e tenho, recomendo pra quem quer conhecer a fundo a história do Heavy Metal e seus subgêneros desde suas origens.



O pequeno livro do Rock -Hervé Bourhis
O livro, que mistura desenhos no estilo HQ com histórias sobre diversas bandas, foi escrito pelo Francês Hervé Bourhis, de 35 anos. Segundo o próprio autor, "jamais tive uma overdose; não vi os Sex Pistols no Chalet du Lac; não estive no Bronx nos primórdios do hip-hop; não vi os Beatles ao vivo no Ed Sullivan Show; não fui aos shows do Elvis em 55; não compartilhei groupies com o Led Zeppelin; não sou um crítico de rock profissional; não tenho vontade de ser completo, objetivo ou de boa-fé. Em suma, não tenho nenhuma legitimidade para escrever este livro, e foi por todas essas razões que mesmo assim o escrevi."
Além de falar das grandes lendas do Rock, o livro traz informações sobre algumas bandas e genêros que influenciaram o surgimento do Rock.

Eu sou Ozzy - Ozzy Osbourne
Biografia do "Madman". Pra quem é fã do Ozzy, é essencial a leitura desse livro, assim pra quem também gosta de Black Sabbath. Além das passagens do cantor com outros astros do rock, como Robert Plant. Já li e recomendo, além de conhecer mais sobre a história de um dos ícones e fundadores do Heavy metal, é possível também dar ótimas risadas.
Um dos xodós que guardo na  minha estante.


Led Zeppelin: Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra
Quarenta anos após sua formação, em um porão imundo da Chinatown de Londres, surge a primeira biografia realmente definitiva de um dos grupos de rock mais famosos do mundo o Led Zeppelin. Eles foram o último grande grupo da década de 1960; o primeiro da década de 1970. Surgiram das cinzas dos Yardbirds para se tornar um dos grupos de rock de maior vendagem de todos os tempos. Mick Wall, respeitado jornalista musical, conta a história do grupo que escreveu o manual do excesso na estrada e acabou pagando por ele o preço do desastre, e da dependência de drogas e da morte.

Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra revela pela primeira vez a verdadeira extensão do interesse do líder da banda, Jimmy Page, pelo oculto, e vai até os bastidores para mostrar a verdade por trás da fama. Wall também conta, numa série de flashbacks imaginários, histórias da vida dos quatro integrantes que transformaram o sonho do Led Zeppelin em uma realidade ainda mais incrível.

Acima de tudo, este é um livro que percorre a fascinante história do Led Zeppelin a partir da íntima convivência com o grupo. É o resultado de anos de pesquisa e se baseia não apenas em entrevistas individuais com todos os membros do grupo além de outras feitas por pessoas que os conheciam e trabalhavam com eles -, mas também na visão que só pode ser adquirida por alguém que passou três décadas no meio musical ao lado dos maiores artistas.

A Biografia Não Autorizada e Definitiva da Besta - Neil Daniels
Neste, que é o primeiro relato completamente ilustrado sobre o Iron Maiden, um time de jornalistas de Heavy Metal respeitados - incluindo Ian Christe, Martin Popoff, Mick Wall, Daniel Bukszpan, e outros - relatam a história da banda, analisam suas gravações, e provém a discografia completa.
A história por trás da formação da banda, gravações, e turnês, são complementadas com mais de 400 imagens, incluindo performances ao vivo e fotografias fora do palco, bem como posters de turnês, camisetas, passes para os backstages dos shows, botons, e entradas. E com Derek Riggs (o homem por trás do icônico mascote do Iron Maiden, Eddie) criando a arte exclusiva para a capa do livro.
Nem preciso dizer que uma das minhas bandas preferidas é o Iron Maiden né? Esse é um livro que é indispensável para todo apreciador da banda.

Os maiores concertos de rock de todos os tempos

18 de maio de 2011


Metallica em ação noMonsters of Rock, em 1991 em Moscow.


Tudo começou em 15 de agosto de 1965, quando os Beatles atraíram para o Shea Stadium, em Nova York, cerca de 55 mil fãs. Nunca antes um evento musical tinha reunido tanta gente, mas, mais do que o recorde de público, o grande feito dos quatro rapazes de Liverpool foi o de inventar os shows de rock nas arenas esportivas e outros espaços ao ar livre para multidões.


Woodstock
Foto cedida Imprensa Associada
Público no Festival de Woodstock (1969),
um dos mais importantes da história do rock

Os Beatles inauguraram a era dos grandes concertos de rock e também estimularam a criação de poderosos sistemas de amplificação sonoro, já que a aparelhagem que eles usaram no Shea Stadium foi abafada pelos gritos histéricos dos fãs (o que deixou evidente a necessidade de sistemas de amplificação mais potentes para dar conta da nova realidade dos shows de rock).

A possibilidade de celebração coletiva de milhares de jovens ao som de suas músicas preferidas empolgou o público, assim como bandas e produtores, e, no final dos anos 60, iniciou-se uma onda de grandes concertos que não acabou mais. Conheça abaixo os maiores e mais importantes concertos da história do rock.

Woodstock (1969)
Ele foi o mais famoso festival de rock dos anos 60 e é ainda hoje um dos principais símbolos da contracultura hippie. O Festival de Woodstock, cujo lema era “três dias de paz e música”, reuniu cerca de 500 mil pessoas numa fazenda próxima a Nova York (EUA) para assistirem a shows de Jimi Hendrix, Janis Joplin, Grateful Dead, Jefferson Airplane e The Who, entre outros. 


Ilha de Wight Pop Festival (1970)
Entre 26 e 30 de agosto de 1970, cerca de 200 mil pessoas estiveram numa pequena ilha da costa sul da Inglaterra para assistir a atrações como Jimi Hendrix, Jethro Tull, The Doors, The Who, Supertramp, Joan Baez, Miles Davis, Emerson, Lake & Palmer, Sly & The Family Stone e, principalmente, Bob Dylan, que fazia sua volta aos palcos após três anos de ausência. 

Wattstax
WattStax (1972)
A versão da black music de Woodstock aconteceu no Memorial Coliseum, em Los Angeles, em 20 de agosto de 1972. Em um único dia cerca de cem mil pessoas lotaram o estádio para um tributo às 34 pessoas que morreram sete anos antes nos distúrbios raciais de Watts, um bairro quase que exclusivamente negro de Los Angeles. Os principais nomes da gravadora Stax, que junto com a Motown e a Atlantic eram as principais divulgadoras da soul music norte-americana, estavam lá: Isaac Hayes, Rufus Thomas, The Staple Singers, Carla Thomas e Albert King.


Simon and Garfunkel (1981)
Mais para folk do que para rock, a dupla Simon and Garfunkel realizou um concerto no Central Park, em Nova York, que atraiu cerca de meio milhão de pessoas. Umas das principais razões do sucesso desse concerto é a relação especial da dupla com a cidade de Nova York. Nascidos no Queens, eles sempre permaneceram ligados às suas raízes novaiorquinas e suas músicas, que têm também influências latinas e africanas, refletiram sempre isso.


Rock In Rio (1985)
Os números não são confiáveis, mas estima-se que 300 mil pessoas assistiram ao show do Queen no Rock In Rio, em 11 de janeiro de 1985. Outras atrações daquela noite de abertura do festival, que colocou o Brasil na rota das principais turnês do pop-rock mundial, foram Iron Maiden, Whitesnake, Baby Consuelo e Pepeu Gomes, Erasmo Carlos e Ney Matogrosso.

Live Aid
Reprodução
Live Aid (1985)
Com o objetivo de angariar dinheiro para combater a fome na Etiópia, o Live Aid foi um marco na história dos concertos de rock. Realizado em dois palcos principais, em Nova York e Londres, além de alguns shows menores em Tóquio, Sidney e Moscou, os concertos aconteceram em 13 de junho de 1985 – que por conta disso passou a ser considerado o Dia Mundial do Rock – e atraíram cerca de 200 mil pessoas para assistir a dezenas de astros da música pop como Madonna, U2, Queen, Phill Collins e uma reunião dos remanescentes do Led Zeppelin, entre outros.


Anistia Internacional (1988)
Entre setembro e outubro de 1988, Peter Gabriel, Bruce Springsteen, Sting, Youssou N’Dour e Tracy Chapmann lideraram um elenco de artistas e grupos de pop-rock em uma turnê de 20 shows em 15 países  em comemoração aos 40 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Os concertos organizados em prol da organização Anistia Internacional procuraram conscientizar os jovens em São Paulo, Paris, Londres, Budapeste, Buenos Aires, Atenas e Tóquio, entre outras cidades, da luta pelo respeito aos direitos humanos e dos abusos cometidos contra os presos políticos no mundo. 


Roger Waters – The Wall (1990)
A queda do Muro de Berlim motivou Roger Waters, ex-baixista do Pink Floyd, a realizar um megaconcerto inspirado no tema de um dos mais marcantes álbuns lançados por sua ex-banda. “The Wall” aconteceu em Berlim. Além de Waters, que se encarregou de tocar os principais sucessos do Pink Floyd, o concerto, que se assemelhou mais a uma ópera-rock com seus cenários imponentes, reuniu também Scorpions, Cindy Lauper, Van Morrison e Sinéad O’Connor, entre outros convidados, para um público estimado em 300 mil pessoas. 


Live 8 (2005)
Vinte anos após a realização do Live Aid, os mesmos ideais de combate à fome, às doenças e à pobreza no Terceiro Mundo estavam de volta. Em 2 de julho de 2005, dez palcos espalhados pelas principais cidades do mundo reuniram 150 bandas e 1250 músicos. Um último concerto foi realizado em Edimburgo (Escócia) no dia 6 de julho, durante a reunião do G-8, grupo que congrega as oito nações mais ricas do mundo. Transmitido ao vivo para todo o planeta, o Live 8 tornou-se o concerto de rock de maior audiência de todos os tempos, com estimadas 3 bilhões de pessoas assistindo aos shows de U2, Madonna, Paul McCartney, Elton John, Coldplay, The Killers, REM, The Who, The Cure e Pet Shop Boys, entre outros.


The Rolling Stones (2006)
Em 18 de fevereiro de 2006, os Rolling Stones realizaram na praia de Copacabana um show para a maior audiência da história do grupo. Cerca de 1,3 milhão de pessoas assistiram a um dos mais importantes grupo da história do rock tocar por cerca de duas horas os principais sucessos de uma carreira de mais de 40 anos. O show com entrada franca fez parte da “Bigger Band World Tour”, uma das mais rentáveis turnês de todos os tempos.





Bonus Track
Além de todos esses festivais, avle a pena ressaltar o show do Metallica, em Moscow, no Monsters of Rock, que contou com um público entre 700 mil e 1,5 milhão de pessoas!



Sexo...e Rock'n Roll

9 de abril de 2011

"Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos."
Com o grito de guerra "Sexo, Drogas e Rock'n Roll", o Rock ficou marcado com inúmeros roqueiros levados por overdoses, pais preocupados com a influência do som e shows vetados para menores por serem perigosos (com homens alterados por substâncias químicas). Apesar de toda essa história entrelaçada, vários roqueiros renunciaram a cultura das drogas, como Pete do The Who, que escreveu "Jai Baba" para os Rolling Stones.
Os jovens roqueiros, no início de seus tempos, encontraram nos narcóticos a "saída e libertação" para as pressões sociais que impunham sobre eles. Bons costumes e abstinência, para os jovens dos anos dourados, eram males que deveriam ser combatidos com música e LSD. Como desafiar os velhos sem ficar doidão? Como esquecer da vida vagaba? Tudo louco, tudo agitado, tudo rock e heroína. 
Essa cena aos poucos está sendo revertida por bons roqueiros. Tequila Baby, ao invés de cervejas e outras drogas, joga água para os fãs durante os shows. E vocês acham que Bono usa drogas? A saúde de Jagger também não permite isso. 
"Queria ser um baseado 
Para nascer em seus dedos, morrer em seus lábios, 
E fazer sua cabeça"
Um tema que os Beatles abordaram com toda a clareza, principalmente através das canções de John Lennon, é o das drogas. "Tomorrow never knows" é uma canção psicodélica, ou seja, produzida pelo efeito de alucinógenos; nesse caso, segundo uma declaração de Paul McCartney, LSD. Ácido lisérgico. A letra foi inspirada em cantos de monges budistas e no livro The Psychodelic Experience, de um professor da Califórnia chamado Timothy Leary. Como praticamente todos os grupos daquela época, os Beatles também experimentaram a onda das drogas e, como nesse caso, refletiram essas experiências em suas músicas. 
Era muito frequente essa ligação entre drogas, religiões alternativas e gurus. Acho que é importante a gente compreender que nos anos 1960 as drogas eram como um experimento do que muitos deles consideravam tentativas de ampliar a imaginação, as possibilidades de percepção, uma idéia já proposta há décadas por intelectuais e escritores, como o inglês Aldous Huxley. Também temos que nos lembrar que tudo isso fazia parte da cultura da época do "Paz e Amor", o movimento pacifista, os hippies. A coisa virou logo depois, muito rápido, quando começou a morrer muita gente, músicos como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Tim Buckley, um monte de gente jovem e talentosa naufragada em overdoses. Além dos que, como se dizia na época, "fritavam"; faziam uma viagem da qual nunca voltavam, ficavam meio abobalhados
Falando em psicodélico e talentos que naufragaram, não podemos esquecer de Syd Barrett do Pink Floyd, no começo liderava a banda, fazia os vocais e tocava guitarra e outros instrumentos mais exóticos, que compunham a atmosfera psicodélica do grupo. Ele teve uma passagem meteórica pela banda, pois, depois do primeiro disco (The Piper at the Gates of Dawn), começou a sofrer convulsões e apresentar sinais de instabilidade mental por causa do uso constante de LSD e outras drogas alucinógenas. 
Sid Vicious afundou uma carreira promissora por Nancy e as drogas. E Bob Marley? Acho que todo mundo conhece essa história.
O bagulho é o seguinte: rock'n roll é liberdade, e as drogas são uma prisão. A histórias então aí e os grandes roqueiros deixaram seu legado e seus exemplos. Você pode ir num show, ter a melhor noite da sua vida, gritar e curtir e ao acordar na manhã seguinte, se lembrar de todos os grandes momentos e não ter uma puta dor de cabeça.
Dá pra acreditar? 
Fontes: Almanaque do Rock-Kid Vinil; Leo e as Caixas de Música.


Esse post foi feito pela nova escritora do Rock-Ladies, a Fer, dona do Cafofo Online!

Filme: Doidas Demais

11 de março de 2011


É um pouco raro ver bons filmes passando na Globo, na minha opinião. Mas numa madrugada dessas no Corujão passou o filme: Doidas Demais. O filme é de 2002, e quem não viu, está perdendo um grande filme!


Sinopse
As aclamadas estrelas Goldie Hawn e Susan Sarandon encabeçam um magnífico elenco nesta comédia madura, sobre uma dupla de ex-tietes que juntas'detonaram' todas as lendas do rock dos anos 60 que possuíam uma guitarra e um cromossomo Y! Agora duas décadas mais tarde, Suzette (Hawn) ainda está fulgurante, despreocupada e sexy, Lavínia (Sarandon) tornou-se uma discreta mãe e esposa de alta classe. O tempo afastou ambas, até que Suzette, em dificuldades, resolve recorrer à amiga em busca de apoio.Quando seus mundos colidem, as fagulhas reacendem a velha amizade e contagiam a vida daqueles que vivem à sua volta. Co-estrelando Geoffrey Rush no papel de um excêntrico roteirista com um terrível segredo, Doidas Demais é uma história leve e divertida que comprova que nunca se está velho demais para ser jovem.





O filme que conta a história de duas ex-groupies não podia faltar o bom e velho Rock N Roll, né?!

Estátuas dos Beatles no Filme Yellow Submarine

5 de março de 2011

Já pensou em ter em casa Paul, John, Ringo e George? Agora é possível. A KnuckleBonz colocou em pré-venda as 4 estátuas de brinquedo, a coleção Yellow Submarine Rock Iconz, dos Beatles.As quatro estátuas que completam a coleção Yellow Submarine Rock Iconz são:Paul McCartney Yellow Submarine Statue ajeitando a gravata na pose em que aparece no filme perguntando “What’s the matter fellows…blue meanies?” e John Lennon Yellow Submarine Statue pronto para dizer “Look, if you must shout, shout quietly!”.

O George Harrison Yellow Submarine Statue foi inspirado na cena em que George queima seu dedo (“burnt me finger”) e o Ringo Starr Yellow Submarine Statue vem com o chapéu usado na cena com Old Fred no interior do submarino.

As estátuas da coleção The Beatles Yellow Submarine Rock Iconz têm edição limitada em 3.000 peças de cada, são pintadas individualmente à mão, numeradas e acompanhadas de Certificado de Autenticidade.

Cada estátua Yellow Submarine Rock Iconz do John, Paul, George e Ringo custa US$114,99 na pré-venda da Entertainment Earth, que aceita encomendas do Brasil.





Fotografias

26 de fevereiro de 2011
Além do Rock, uma outra paixão minha é a fotografia.
Resolvi fazer uma sessãozinha de fotos que achei de fotos lindas por aí.
E é claro o tema é o Rock!






All Star: A cara do Rock

22 de novembro de 2010

Quem nunca ouviu dizer que All Star é o tênis mais democrático do mundo? Pois é verdade, todo mundo já teve ou um dia terá um All Star, desde as patricinhas até os roqueiros, todo mundo tem um que se encaixe perfeitamente ao seu estilo.
Mas todo mundo sabe que All Star é a cara do Rock, a marca registrada de todo rockeiro, mas o que poucos sabem é que hoje em dia já é possível comprar um tênis personalizado com a sua banda preferida. Gostou da idéia? Pode já ir procurando seu presente de Natal!

AC/DC

The Who


Greateful Dead

Pink Floyd
AC/DC

Ozzy Osbourne

Kurt Cobain / The Who / Ozzy Osbourne / The Doors
Kurt Cobain

Black Sabath


AC/DC / Angus Young

Fã alucinado do Bon Jovi no Jumbotron

3 de novembro de 2010
Pra quem não sabe, Jumbotron são telões que ficam localizados no centro dos ginásios onde ocorrem as disputas da NBA. Os Jumbotrons mostram o placar, tempo de jogo, replays, chamadas e cenas da torcida.E no intervalo dos jogos acontece o “Jumbotron Moments”: momento onde as câmeras focalizam alguns fãs, que começam a fazer performances ou coisas inusitadas.

Agora imagina Jumbotron Moments + Living on Prayer + 1 Fã alucinado do Bon Jovi.
Não está entendendo nada? Assita ao vídeo onde um fã do Bon Jovi faz uma performance de dar inveja ao próprio Jon. O fã em questão é Jeremy Fry, o fato aconteceu durante o intervalo da partida Boston Celtics x Raptors.

O vídeo se tornou um sucesso de acessos. Bon Jovi que se cuide, Jeremy Fry vem aí!


Ps. Agradecimentos ao meu namorado por ter me mandado o vídeo! ;)

Estreia: Roqueiro da semana!

29 de outubro de 2010

Hoje é dia de estréia aqui no Rock-Ladies, toda sexta vou escolher os roqueiros mais gatos do universo do Rock para deixar a sexta de você ainda melhor! E pra começar com chave de ouro, o escolhido dessa semana é nada mais, nada menos do que Axl Rose! Desejo à todas e todos um bom fim de semana!

Você faz a Playlist #1

20 de outubro de 2010

Quem fez a Playlist : 1. Aerosmith - Dream On
2. Bad English - Possession
3. Bon Jovi - I'll Be There For You
4. Boston - Amanda
5. Cinderella - Push Push
6. Deep Purple - Sometimes I Feel Like Screaming
7. Scorpions - Wind Of Change
8. Sebastian Bach - By Your Side
9. Eric Martin - Pride
10. Steve Vai - For The Love Of God

Valeu Camila!

Quer saber como participar? Clique aqui e saiba!

Download documentario : Too Tough to Die – A Tribute To Johnny Ramone


Sinopse
Trata-se de um filme de Mandy Stein feito na festa de aniversário de 30 anos do LP dos Ramones, dia 12 de setembro de 2004, apenas dois dias e meio antes da morte do guitarrista. O evento aconteceu no clube Avalon, em Hollywood, e contou com performances de gente como Steve Jones (Sex Pistols), Henry Rollins, Red Hot Chili Peppers, Eddie Vedder (Pearl Jam), Pete Yorn, Brett Gurewitz (Bad Religion), Tim Armstrong (Rancid), Dickie Barrett, Mark Hoppus e ex-membros do Ramones, como C.J., Tommy e Marky. O Filme inclui show com trechos de entrevistas focado em Johnny Ramone.

Informações
Tamanho: 462 MB
Áudio: Inglês
Legendas: Indisponíveis

Você faz a Playlist

18 de outubro de 2010
Um novo quadro pro Rock-Ladies : Você faz a Playlist
Esse será um espaço aberto para que vocês leitoras ou leitores do blog, possam enviar suas músicas favoritas, e ainda concorrer a sorteios.
O quadro funcionará da seguinte maneira:
Envie para o email rockladiesblog@yahoo.com.br uma lista com cinco músicas (na forma "Nome da música-Cantor/Banda"). Não esqueça de colocar seu nome!
Quando houver um bom número de playlists postadas no blog, vou fazer o sorteio de algum prêmio, e quem tiver enviado uma playlist, automaticamente vai estar participando!
Toda semana postarei uma playlist nova.



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